Para quem não sabe, a vale do rio doce é a segunda maior empresa brasileira, e estima-se que ela vale atualmente entorno de 100 bilhões, fundada em 1942, era uma empresa pública, ou seja, pertencia ao povo brasileiro.
Com a eleição do presidente FH, iniciou-se um processo de privatização de empresas publicas, e a Vale do Rio Doce é uma das que entrou na lista.Na época da privatização, a vale do rio doce foi avaliada em 92 bilhões, mas, para nosso espanto, ela foi vendida por míseros 3,3 bilhões! É isso mesmo, ela foi
entregue ao capital externo por um valor 28 vezes menor do que
ela valia na época,e não para por aí. Não contente com a venda
da segundo maior patrimonio brasileiro, o governo FH emprestou
dinheiro para as empresas privatizadas.
Atualmente,a Vale do Rio Doce obteve um lucro de 3,5 bilhões de reais em um trimestre, o que equivale a um valor superior ao valor pago para sua compra.
Não bastando o leilão da vale, o processo como se foi conduzido foi ilegal juridicamente, e hoje estão em processo
pelo Brasil inteiro, inumeros processos para invalidar aquele leilão. Bom, fazendo uma analise de conjuntura politica,devemos considerar que havendo irregularidades no processo de privatização da vale do rio doce,tendo hoje na presidencia da república um governo de esquerda,e considerando que no Brasil inteiro hoje temos inumeros movimentos populares organizados, cabe a nós abraçarmos a luta pela reestatização da Vale do Rio Doce, brigando pela instauração de um plebicito, assim como tivemos o do desarmamento, para que o povo decida sobre a questão!Portanto, em setembro desse ano, teremos um plebicito popular para dizer aos nossos governantes, A VALE DO RIO DOCE É NOSSA,
organizado pela CMP(central dos movimentos populares) para recuperar o que foi roubado da nação brasileira! abraços
Atualmente os usuarios do transporte urbano coletivo, nas maiorias das
cidades brasileiras, enfrentam diariamente onibus superlotados, com um
numero de usuario s superior a propria capacidade do onibus, que está
registrato numa placa de aviso no interior do proprio onibus.
Acredito que haja uma lei que regulamente isso, inclusive pelo fato de
haver uma placa indicando a capacidade maxima de usuarios, isso no
interior do proprio onibus, mas o que não deve haver é fiscalização,
ja que o limite sempre está ultrapassado.
A responsabilidade das lotações eu não sei, é preciso analisar o
contrato de conceção, para saber se o modelo utilizado é por quilometro
rodado ou por numero de usuarios, se for por quilometro, a responsabilidade
acredito que seja do poder publico, mas idependente disto, não ha melhor
fiscalização do que aquela feita pelo proprio usuario, portato, é
preciso que haja mecanismos que permita essa fiscalização.
Quando as regras estão claras para toda a população, a
possibilidade de haver irregularidades são menores, portanto, para o
transporte coletivo vale a mesma regra. Ou seja, se houvesse um mecanismo
que permitisse
aos usuarios do transporte coletivo saber se a capacidade maxima de
usuarios no onibus foi ultrapassada, seria muito mais facil a
fiscalização, como por exemplo um painel eletronico que indicasse
quantos usuarios tem no momento no interior do onibus, e caso haja um
numero maior, é preciso que haja um numero disponivel para que o usuario
faça a denuncia. assim, permitiria-mos avançar na criação de
mecanismos que permita o controle social dos serviços do Estado. abraço!
f
f
.
.
.
.
1
1
por que devemos lutar pela reestatização da Vale do Rio Doce.
Para quem não sabe, a vale do rio doce é a segunda maior empresa brasileira, e estima-se que ela vale atualmente entorno de 100 bilhões, fundada em 1942, era uma empresa pública, ou seja, pertencia ao povo brasileiro.
Com a eleição do presidente FH, iniciou-se um processo de privatização de empresas publicas, e a Vale do Rio Doce é uma das que entrou na lista.Na época da privatização, a vale do rio doce foi avaliada em 92 bilhões, mas, para nosso espanto, ela foi vendida por míseros 3,3 bilhões! É isso mesmo, ela foi
entregue ao capital externo por um valor 28 vezes menor do que
ela valia na época,e não para por aí. Não contente com a venda
da segundo maior patrimonio brasileiro, o governo FH emprestou
dinheiro para as empresas privatizadas.
Atualmente,a Vale do Rio Doce obteve um lucro de 3,5 bilhões de reais em um trimestre, o que equivale a um valor superior ao valor pago para sua compra.
Não bastando o leilão da vale, o processo como se foi conduzido foi ilegal juridicamente, e hoje estão em processo
pelo Brasil inteiro, inumeros processos para invalidar aquele leilão. Bom, fazendo uma analise de conjuntura politica,devemos considerar que havendo irregularidades no processo de privatização da vale do rio doce,tendo hoje na presidencia da república um governo de esquerda,e considerando que no Brasil inteiro hoje temos inumeros movimentos populares organizados, cabe a nós abraçarmos a luta pela reestatização da Vale do Rio Doce, brigando pela instauração de um plebicito, assim como tivemos o do desarmamento, para que o povo decida sobre a questão!Portanto, em setembro desse ano, teremos um plebicito popular para dizer aos nossos governantes, A VALE DO RIO DOCE É NOSSA,
organizado pela CMP(central dos movimentos populares) para recuperar o que foi roubado da nação brasileira! abraços
.
.
É preciso criar regras para o transporte coletivo.
Atualmente os usuarios do transporte urbano coletivo, nas maiorias das
cidades brasileiras, enfrentam diariamente onibus superlotados, com um
numero de usuario s superior a propria capacidade do onibus, que está
registrato numa placa de aviso no interior do proprio onibus.
Acredito que haja uma lei que regulamente isso, inclusive pelo fato de
haver uma placa indicando a capacidade maxima de usuarios, isso no
interior do proprio onibus, mas o que não deve haver é fiscalização,
ja que o limite sempre está ultrapassado.
A responsabilidade das lotações eu não sei, é preciso analisar o
contrato de conceção, para saber se o modelo utilizado é por quilometro
rodado ou por numero de usuarios, se for por quilometro, a responsabilidade
acredito que seja do poder publico, mas idependente disto, não ha melhor
fiscalização do que aquela feita pelo proprio usuario, portato, é
preciso que haja mecanismos que permita essa fiscalização.
Quando as regras estão claras para toda a população, a
possibilidade de haver irregularidades são menores, portanto, para o
transporte coletivo vale a mesma regra. Ou seja, se houvesse um mecanismo
que permitisse
aos usuarios do transporte coletivo saber se a capacidade maxima de
usuarios no onibus foi ultrapassada, seria muito mais facil a
fiscalização, como por exemplo um painel eletronico que indicasse
quantos usuarios tem no momento no interior do onibus, e caso haja um
numero maior, é preciso que haja um numero disponivel para que o usuario
faça a denuncia. assim, permitiria-mos avançar na criação de
mecanismos que permita o controle social dos serviços do Estado. abraço!
-
-